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A vida de seus filhos não pode ser uma decisão dos Juízes !
O que fazer em relação aos filhos quando a separação foi inevitável ?
o melhor para os filhos
O divórcio
A divisão dos Bens

Os filhos tem direito a conviverem de forma saudável, junto aos pais e toda família estendida ( avós, tios, primos, etc…)

Manter ao máximo possível a rotina das crianças, próxima ao que era antes da separação!

Marido e mulher, se separam , pais e mães dos filhos… NÃO !

Hoje em dia, existem vários fatores que levam um casal a se separar, mas em todos eles é preciso levar em consideração os filhos e as vidas que eles viveram até este momento.

Filhos não são objetos, são pessoas que têm suas personalidades, opiniões e direitos !

Jamais deixe o interesse financeiro, pessoal ou profissional interferir na sua relação com seus filhos !

Os filhos precisam manter a convivência com os pais e as famílias estendidas ( materna e paterna)

A Falta de um dos genitores, dos avós e/ou da família estendida ou seu afastamento, causa consequências irreparáveis à  criança !



CONVIVÊNCIA NÃO É VISITAR !

PAIS E MÃES INTELIGENTES E COM  “BOM SENSO”, PRESERVAM OS FILHOS DA SEPARAÇÃO.

É importante levarem em consideração e colocarem em primeiro lugar, as consequências de cada atitude durante e pós separação, para se preservar o amor e convivência de ambos os genitores em relação aos filhos.
Para que as crianças sofram os menores efeitos da separação, é importante a preservação dos laços familiares e afetivos.
As crianças precisam manter a base familiar e o contato com todos aqueles que ela tem afeto, pias, mães, avós, tios, primos, etc.. Vão fazer diferença no desenvolvimento, social, moral e educativo, evitando e ou amenizando as mudanças que são inevitáveis.

Nem pai, nem mãe, tem direito de interferirem negativamente na vida dos filhos, porque se separaram !

O que é preciso saber sobre "guarda dos filhos"

“O QUE SIGNIFICA TER A GUARDA DOS FILHOS”

É preciso saber que ter a guarda dos filhos é uma grande responsabilidade, e os dois genitores precisam e devem dividi-la !

entender isso faz a diferença !

A legislação brasileira prevê que a guarda obriga o representante legal à prestação de assistência material, moral e educacional em favor da criança e do adolescente.

Nesse sentido, é o dever principal do guardião assegurar à criança e ao adolescente o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.

Entender a separação e estar pronto para seguir em frente, precisa ser a maturidade que o casal separado precisa ter, para entender que o MELHOR PARA OS FILHOS É A PRIORIDADE !!!

SÃO DOIS TIPOS DE GUARDA NO BRASIL

GUARDA COMPARTILHADA
A guarda compartilhada de criança ou adolescente tem como principal objetivo garantir que ambos os genitores tomem decisões conjuntas em prol do menor.

GUARDA UNILATERAL A guarda unilateral de criança ou adolescente é aquela em que se escolhe um único representante legal para ser guardião da criança ou do adolescente.

A GUARDA COMPARTILHADA

Como funciona a guarda compartilhada do filho?

A guarda compartilhada é o meio pelo qual ambos os genitores, têm a guarda e são os responsáveis pelo menor,  tomam decisões conjuntas em favor dos filhos, compartilhando igualmente o exercício do poder familiar, a semelhança do que ocorre antes da separação dos pais.

A legislação ainda estabeleceu a figura da guarda compartilhada física de modo que o pai e a mãe possam conviver com o filho de forma equilibrada.

Um erro muito comum do pai e da mãe é pensar que uma vez requerida a guarda compartilhada, a custódia física equilibrada significa que cada um dos genitores ficará 50% do tempo com o filho.

Esta medida é a ideal, mas depende de muitos outros fatores, inclusive a disposição e possibilidade de ambos conseguirem ter os filhos sobre seus cuidados por todo o período.

Neste aspecto, vê-se ainda a importância da família estendida ( avós, tios… ) que podem contribuir nos cuidados enquanto pai ou mãe trabalham, por exemplo.

O ideal, por isso, é manter ao máximo possível, os contatos dos filhos com toda a família estendida, tanto do paterna como materna.

O amor dos familiares é insubstituível,

Evidente que a convivência equilibrada é a ideal e também é vista como um fator fundamental do instituto da guarda compartilhada, mas o propósito da lei é mais abrangente, não se restringindo apenas ao equilíbrio da convivência física.

Os dois genitores, continuarão a ter as responsabilidades e obrigações na criação e desenvolvimento dos filhos e será aplicada mesmo que os pais morem em lugares distantes e nao tenham bom senso para concordarem com a divisão das responsabilidades.

A única hipótese prevista na lei, para a não aplicação da GUARDA COMPARTILHADA, é o caso de um dos genitores nao ter condições e abrir mão desta modalidade  e se o juiz concordar.

NOTA-SE, que a guarda compartilhada é o melhor instrumento para que ambos os genitores tenham além da convivência com os filhos, as mesmas responsabilidades na criação, educação, proteção e desenvolvimento dos filhos, o que é OBVIO, vem de encontro aos melhores interesses não só das crianças e adolescentes, mais também dos próprios pais, que precisam seguir a vida e a ajuda e compartilhamento das obrigações, favorece a ambos, sem sobrecarregar nenhum, além de confirmar a responsabilidade e proximidade de ambos com os filhos.

GUARDA UNILATERAL

O que quer dizer guarda unilateral do filho?

Via de regra, a guarda judicial é concedida aos genitores (pai ou mãe) logo após o divórcio ou dissolução da união estável (*mas pode ser concedida a outra pessoa também)

No modelo de guarda unilateral, um único genitor é escolhido como guardião do filho e, em razão do exercício desta atribuição, tem o direito de tomar decisões unilaterais em prol do melhor interesse da criança.

O outro genitor cuja guarda não lhe pertence tem o papel fundamental de fiscalizar as condutas do genitor guardião.

Importante esclarecer que ambos os genitores (guardião e não guardião) continuam titulares e detentores do poder familiar, contudo, o exercício do poder familiar varia de grau em razão do deferimento da guarda judicial unilateral a apenas um dos genitores (pai ou mãe).

Entenda como a própria definição da GUARDA UNILATERAL, já é um principio de conflito, pois estabelece claramente que um dos dois genitores ( ou outra pessoa ) terá toda responsabilidade sobre os filhos, respondendo por tudo, e sendo responsabilizado por qualquer problema e será ainda SUPERVISIONADO(A) pelo outro genitor, que continua a deter o PODER FAMILIAR dos filhos, tendo direito a convivência  à obter todas as informações sobre estes.

Às vezes, erroneamente ou por falta de orientação correta, um genitor acredita que se tiver a GUARDA UNILATERAL,  terá todos os direitos sobre os filhos e o outro nenhum. O que não é verdade, pois  a GUARDA UNILATERAL, só determina quem terá a responsabilidade e cuidados sobre os filhos, não tirando porém do outro genitor o direito a FISCALIZAR, EDUCAR, TER INFORMAÇÕES e DECIDIR SOBRE SAÚDE, EDUCAÇÃO, VIAGENS, ETC..

Ou seja, apenas dá obrigações ao guardião, “tirando” do outro genitor as maiores responsabilidades e mantendo-lhe os seus direitos.

Não tenho dúvida, que o melhor para todos é a responsabilidade conjunta, deixando equilibradas as obrigações e direitos dos filhos, o que só é contemplado na GUARDA COMPARTILHADA, que é a regra legal e geral hoje no Brasil e em muitos outros países e só não será concedida se um dos dois genitores, abrir mão desta modalidade. A decisão de se tornar a GUARDA COMPARTILHADA REGRA GERAL, foi amplamente discutida por especialistas que entendem ser esta, SEM DÚVIDA, a melhor escolha.
Por |2021-03-30T19:15:43+00:00março 30th, 2021|Uncategorized|0 Comentários

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